sábado, 17 de julio de 2010
domingo, 6 de junio de 2010
1674-AMSTERDAM Tratado de Ju-Jutsu
FUENTE: FUENTES DOCUMENTALES Y TESTIMONIALES PARA EL ESTUDIO DE LAS ARTES MARCIALES EN ESPAÑA : JU-JUTSU , JUDO Y AIKIDO.
Encarna Planells í Garcés, Barcelona ,abril 2009
http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UB/AVAILABLE/TDX-1210109-092419//EPG_TESIS.pdf
Encarna Planells í Garcés, Barcelona ,abril 2009
http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UB/AVAILABLE/TDX-1210109-092419//EPG_TESIS.pdf
domingo, 21 de febrero de 2010
Turmas , “gangues de pitboys”, Rio de Janerio
Universidade Federal do Rio de Janeiro , Instituto de Filosofia e Ciências Sociais
Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia
Briga e Castigo:
Sobre pitboys e “canais de fofoca” em um sistema acusatório .
Bruno de Vasconcelos Cardoso
Rio de Janeiro
2005
Essa ligação “esporte/luta-violência” há alguns anos já aparecia em um texto de Gilberto Velho
(Velho, 1999b; 21-22):
Também tem sido notado o aumento de violência entre jovens de camadas médias. Este fenômeno é, com freqüência, relacionado à questão das drogas. Elas seriam a motivação que levaria esses jovens a furtar, roubar, para poder adquiri-las. Por outro lado, registre-se a forte difusão nas duas últimas décadas das artes marciais. Alta proporção da juventude carioca, especialmente na Zona Sul, tem se dedicado a essas práticas, ingressando em academias e, em alguns casos, constituindo verdadeiros grupos de combate. Embora para muitos trate-se apenas de um esporte, até com finalidade de auto-controle, passa a ser mais um ingrediente adicionado ao repertório das turmas mais agressivas. Apesar de sua grande diversidade, da capoeira ao boxetailandês, ligada a distintos estilos, é inegável que a competição costumeira adquire novos contornos com a socialização em técnicas de auto-defesa e combate. As turmas rivais são tradicionais em Copacabana, pelo menos desde os anos 40, associadas à boemia, festas, futebol e paquera. Ganham, no entanto, elementos novos com a difusão das artes marciais. Estas, sobretudo o judô e o jiu-jitsu, eram praticadas em Copacabana por turmas de jovens desde os anos 50, já havendo rivalidade e eventuais conflitos. Mas o panorama atual das artes marciais na Zona Sul é de grande massificação com centenas de grupos, turmas de gangues, reunindo milhares de membros.
Seria interessante explicar um pouco melhor alguns fatores importantes (e recentes) para que se compreenda essa descontinuidade entre as turmas das décadas de 1940-1950, e as atuais “gangues de pitboys”, e, conseqüentemente, esclarecer um pouco mais essa acusação.
http://www.bdae.org.br/dspace/bitstream/123456789/2182/1/tese.pdf
Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia
Briga e Castigo:
Sobre pitboys e “canais de fofoca” em um sistema acusatório .
Bruno de Vasconcelos Cardoso
Rio de Janeiro
2005
Essa ligação “esporte/luta-violência” há alguns anos já aparecia em um texto de Gilberto Velho
(Velho, 1999b; 21-22):
Também tem sido notado o aumento de violência entre jovens de camadas médias. Este fenômeno é, com freqüência, relacionado à questão das drogas. Elas seriam a motivação que levaria esses jovens a furtar, roubar, para poder adquiri-las. Por outro lado, registre-se a forte difusão nas duas últimas décadas das artes marciais. Alta proporção da juventude carioca, especialmente na Zona Sul, tem se dedicado a essas práticas, ingressando em academias e, em alguns casos, constituindo verdadeiros grupos de combate. Embora para muitos trate-se apenas de um esporte, até com finalidade de auto-controle, passa a ser mais um ingrediente adicionado ao repertório das turmas mais agressivas. Apesar de sua grande diversidade, da capoeira ao boxetailandês, ligada a distintos estilos, é inegável que a competição costumeira adquire novos contornos com a socialização em técnicas de auto-defesa e combate. As turmas rivais são tradicionais em Copacabana, pelo menos desde os anos 40, associadas à boemia, festas, futebol e paquera. Ganham, no entanto, elementos novos com a difusão das artes marciais. Estas, sobretudo o judô e o jiu-jitsu, eram praticadas em Copacabana por turmas de jovens desde os anos 50, já havendo rivalidade e eventuais conflitos. Mas o panorama atual das artes marciais na Zona Sul é de grande massificação com centenas de grupos, turmas de gangues, reunindo milhares de membros.
Seria interessante explicar um pouco melhor alguns fatores importantes (e recentes) para que se compreenda essa descontinuidade entre as turmas das décadas de 1940-1950, e as atuais “gangues de pitboys”, e, conseqüentemente, esclarecer um pouco mais essa acusação.
http://www.bdae.org.br/dspace/bitstream/123456789/2182/1/tese.pdf
jueves, 11 de febrero de 2010
“Des minorités mal connues: esclaves indiens et malais des Mascareignes au XIXe siècle.”
Etiquetas:
1828-ISLA REUNIÓN- esclavos Malayos e Indios
miércoles, 27 de enero de 2010
O TRABALHO DE NEGROS E ÍNDIOS NA COLÔNIA DO SACRAMENTO
Paulo César Possamai
Doutor em História Social pela USP
Professor do Departamento de História e do PPGH da UFRN
paulopossamai@cchla.ufrn.br
domingo, 11 de octubre de 2009
1641-1648-Ocupación de Angola por Holandeses
Índios do Brasil Escrito por Julio Cezar Melatti(pag 275)
http://books.google.com/books?id=6MZRNldDlnoC&hl=es
LIBRO:La Fundación de Brasil Escrito por Darcy Ribeiro, Carlos de Araújo Moreira Neto, Gisele Jacon de A.
http://books.google.es/books?id=DvfHoPswx8wC&pg=PA307&lpg=PA307&dq=Pedro+Poti&source=bl&ots=w8B-lDAsGR&sig=6dcwsNxbBGTN-z9rYFo9bDBqdko&oi=book_result&ct=result&hl=es#PPA238,M1
http://books.google.com/books?id=6MZRNldDlnoC&hl=es
LIBRO:La Fundación de Brasil Escrito por Darcy Ribeiro, Carlos de Araújo Moreira Neto, Gisele Jacon de A.http://books.google.es/books?id=DvfHoPswx8wC&pg=PA307&lpg=PA307&dq=Pedro+Poti&source=bl&ots=w8B-lDAsGR&sig=6dcwsNxbBGTN-z9rYFo9bDBqdko&oi=book_result&ct=result&hl=es#PPA238,M1
sábado, 10 de octubre de 2009
Libro:Africa: desde la prehistoria hasta los Estados actuales - Página 325de Pierre Bertaux - 1980 - 359 páginas
domingo, 4 de octubre de 2009
O Camino das Indias tembén passa pela Africa

FOTO(derecha):Ancient artifact (apprx 2nd millenium B.C.) found in India shows a woman with Negroid features.
O CAMINHO DAS ÍNDIAS TAMBÉM PASSA PELA ÁFRICA Deste janeiro até talvez o próximo, milhões de lares brasileiros serão bombardeados com informações sobre a Índia. E isto por conta da superprodução que a Rede Globo de Televisão está estreando, a telenovela “O Caminho das Índias”. O que talvez não seja mostrado é a milenar presença africana nesse país realmente fascinante, primeiro ponto de parada dos migrantes que, há cerca de 50 mil anos deixaram o continente de origem da Humanidade, para povoar o mundo e, através de suas descendências, dar aos humanos a diversidade de aparências físicas que hoje ostentam. No século V a.C, Heródoto, o célebre historiador grego, já afirmava a existência de duas grandes “nações etíopes”, uma na África, outra em Sind, região correspondente aos atuais territórios da Índia e do Paquistão. Essa informação é corroborada no célebre relato do viajante veneziano Marco Polo (1254-1323), no qual lemos que os indianos de determinada região representavam suas divindades como negras e os demônios com uma alvura de neve, afirmando que seus deuses e santos eram pretos. Mais, ainda, em O Livro das Maravilhas, atribuído ao lendário viajante (Porto Alegre, L&PM, 2006, pág.236), lê-se que os habitantes do “reino de Coilum”, atual cidade de Quilon, na província de Querala, eram “todos de raça negra”. Esses negros indianos teriam ido da África, levados como escravos, primeiro por mercadores árabes e depois por navegadores portugueses, perfazendo uma rota litorânea que passaria pelos atuais Iêmen, Omã, Irã e Paquistão. Cativos, eles desempenhavam várias tarefas, com maior destaque para aquelas relativas às de soldados nos exércitos dos chefes muçulmanos, a partir do século XIII. Por volta de 1459, o rei muçulmano de Bengala mantinha um exército de 8 mil escravos africanos. Em 1500 os portugueses anexaram os territórios indianos de Goa, Damão e Diu e transformaram drasticamente a escravidão na Índia: restringiram o desempenho de seus escravos a tarefas menores em seus negócios, casas e fazendas; e as mulheres escravas passaram a ser mais utilizadas como concubinas ou prostitutas. Com os ingleses, a maioria foi repatriada para a África e seus descendentes foram deixados em bolsões obscuros ao longo da costa ocidental, em particular nas regiões central e sul. Na Índia atual, além dos povos afro-indianos que lá chegaram mais recentemente, os drávidas constituem uma das provas dessa presença. Localizados no Sul do país, e contando cerca de 100 milhões de indivíduos, os drávidas têm pele bem escura e feições negróides, além de costumes, língua e herança cultural que evidenciam laços com as civilizações egípcia, cuxita e etíope. Construtores de importantes complexos urbanos como os de Harappa e Mohenjo-Daro, mais tarde foram reduzidos à condição de escravos e colocados no mais baixo patamar do sistema de castas instituído pelos arianos. Até 1951, o nizam (soberano) de Haiderabad manteve um corpo de guardas denominado “cavalaria africana”. E nessa região, a zona de Siddi Risala conserva, na música, na dança e no uso de palavras da língua suaíle, fortes traços culturais africanos. Ademais, pesquisas recentes descobriram a existência de comunidades afro-indianas em Karnakata, Gujarat e Anhara Pradesh, e seus membros se autodenominam “africanos” (conforme The African diaspora in India, 1989). Nas fotos que ilustram este texto (http:www.kamat.com/kalranga/people/siddi/htm), os visitantes do Lote vêem indianos do grupo Siddi, os quais certamente não terão a oportunidade de figurar na suntuosa telenovela da Rede Globo. Nem mesmo no “núcleo dos pobres”.
Otra fuente:
Enciclopédia brasileira da diáspora africana - Página 39de Nei Lopes - 2004 - 715 páginas
Com os ingleses, a maioria foi repatriada para a África e seus descendentes foram deixados em bolsões obscuros ao longo da costa ocidental, em particular
Enciclopédia brasileira da diáspora africana - Página 39de Nei Lopes - 2004 - 715 páginas
Com os ingleses, a maioria foi repatriada para a África e seus descendentes foram deixados em bolsões obscuros ao longo da costa ocidental, em particular
viernes, 2 de octubre de 2009
Mestizaje en Madagascar
libro:(pag 188,189) Historia de las migraciones internacionales: historia, geografía, análisis e ... Escrito por Josep Lacomba. http://books.google.es/books?id=9dmwW0AAZM0C&pg=PP1&dq=migracion+bantu+madagascar&lr=&as_brr=3#v=onepage&q=madagascar&f=falselunes, 28 de septiembre de 2009
Malgaches en Goa

Libro: (pag 2459) Diccionario histórico de la compañía de Jesús: Infante de Santiago-Piątkiewicz Escrito por Charles E. O'Neill,Joaquín María Domíngu. http://books.google.es/books?id=36FRIxTEEnQC&printsec=frontcover&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false
miércoles, 9 de septiembre de 2009
1957-Moringue Reunionés prohibido por violento
foto color: http://simoneweb.altervista.org/img/webgallery/reunion/morengue/index.htm1940-Antropòlogo compara Moringue con Capoeira
Jogo de capoeira na Bahia, década de 1820.
http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/08/1733-carolina-del-sur-boxeador-y.html

CAPOEIRA ANGOLA: CULTURA POPULAR E OJOGO DOS SABERES NA RODAPedro Rodolpho Jungers Abib Origens de uma tradição...........Desde a década de 1940, afirma Luiz Renato Vieira (1998), antropólogos como Herskovits têm apontado para a existência de “danças de combate” que trazem semelhanças com aquilo que conhecemos hoje como capoeira, não só na África - como o Muringue, em Madagascar -, como também em vários pontos da América, nos locais em que a diáspora negra se instalou. Relatos sobre o Mani em Cuba, e a Ladja na Martinica são dois exemplos dessas práticas. Sobre a Ladja, Vieira mostra a impressionante semelhança com a capoeira, verificada não somente do ponto de vista da execução de movimentos e golpes, como, o que é mais importante, o fato de congregar aspectos lúdicos, musicais (pratica-se ao som de atabaques) e de combate corporal.
1936- Practica deportiva del Diamanga malgache
dibujo: Diamanga malgache

journal: 1936/01/29 (A3,N144).
CHRONIQUE SPORTIVE
par Drlbbllng •
LE REMORDS DU CHAMPION Avant l'occupation française, les Malgaches pratiquaient !e sport, mais à leur façon. 11 y avait plusieurs sortes de sport, tels le « balahazo », le « tolona », le « totohondry », le « vikina » et le « diamanga». C'est ce dernier qui fut le plus eu vogue. Il consiste à se don- ner des coups de pied entre les adversaires. Le « diamanga » se dispute ou entre deux joueurs seule- ment, ou entre deux groupes composés de plusieurs joueur.-. Chaque quartier dans ies villes et chaque village dans la campagne possèdent leurs champions. Et les rencontres entre champions constituent toujours des événements sensationnels pour les spectateurs qui vienuent quelquefois de loin pour assister aux combats exactement com- me il se passe de nos jours à Tanana- rive lors des matches de rugby entre les équipes championnes de la capi- tale.
formato original: http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k54276490.r=diamanga.langES
""Ringa" ou lutte malgache" (""Ringa" or Malagasy wrestling match"). In sakalava or bara tribes wrestling matches are usual.

""Ringa" ou lutte malgache" (""Ringa" or Malagasy wrestling match"). In sakalava or bara tribes wrestling matches are usual.
Title:
Malagasy wrestling match, Ringa, Morombe(?), Madagascar, 1927(?)
Record ID:
impa-m7863
Title:
Malagasy wrestling match, Ringa, Morombe(?), Madagascar, 1927(?)
Record ID:
impa-m7863
Os Cipaios desertores en Timor y mercenarios en las guerras tribais em Timor

Geoffrey C. Gunn em “Timor Loro Sae 500 anos” ed. Livros do Oriente, 1999 afirma (pp. 16-17, 176-189:
Em 1861,a 10 de Junho o Governador declarou o estado-de-emergência em Díli e distribuiu armas aos cidadãos enquanto preparava a defesa da cidade. A situação era tão grave que até mesmo o capitão China foi convocado para “armar todos os chineses, seus filhos e os escravos”. O Governador podia contar também com o apoio de 40 “fundus”, ou soldados indianos, exilados em Timor em consequência da sua deserção das Forças Armadas britânicas depois da Revolta dos Cipaios em 1857. Embora Castro tenha tomado a precaução de pedir reforços a Goa, em tropas e mantimentos, sabia que estes demorariam a chegar
De 1911 a 1917 foi introduzida uma nova taxa sobre a produção de copra. A introdução destas medidas, em especial a utilização de trabalho escravo, criou um grande ressentimento entre os timorenses. Houve reinos que se uniram sob a liderança dum “Liurai” do distrito de Manufai (Same) chamado Dom Boaventura. A rebelião durou dezasseis anos culminando numa revolta que abarcou toda a colónia durante dois anos, de 1910 a 1912. Os portugueses foram forçados a trazer tropas de Moçambique e uma lancha canhoneira de Macau. As forças de Dom Boaventura foram destroçadas em Agosto de 1912. Um jornal australiano, o “Angus”, de Melbourne, escrevia que mais de três mil timorenses foram mortos e quatro mil capturados.´
Mulâtre (chanteur ambulant). 1902
foto:Mulâtre (chanteur ambulant). 1902Les colonies françaises; petite encyclopédie coloniale publiée sous la direction de M. Maxime Petit; avec la collaboration de MM.: J. Alix, A. Baudrillart, Augustin Bernard, Fr. Bernard, E. Blochet, C. Bruno. /
A ruina dos Prazos
ARTÍCULO:
“A ruína dos Prazos tinha a principal causa na venda dos colonos adscritos à terra pelos donos dos mesmos e ainda, na retirada para o Brasil dos mais ricos enfiteutas da Região, levando consigo, não só parte dos seus escravos, como as grandes riquezas adquiridas na Província.
Em ofício de 15 de Janeiro de 1829 ordena o governador Xavier Botelho ao governador dos Rios de Sena, Ferrão, que não permita a saída de nenhuns moradores, sem as licenças necessárias, pois a sua partida acarreta a ruína do comércio e do crédito de toda aquela zona.
O governador dos Rios de Sena, cerca de um mês depois, descreve a situação aflitiva naquela região, devido à falta de mantimentos e as providências que tomou para conseguir arroz, o qual comprou aos cafres do Prazo Luabo, pagando-o pelo alto preço de 6 panos cada alqueire, sendo ainda a condução do mesmo, para a vila de Sena, por conta da Real Fazenda.
Termina, acrescentando que a fome é tanta naquela vila, que até as praças da guarnição já
desertaram quase todas. Em resposta a este ofício, o governador Xavier Botelho lamenta a situação de Sena, a qual atribui ‘à ambição dos moradores dessa capitania e de Quelimane... que deram origem a grande parte das desgraças... pois começou a privá-las de escravos e colonos que hoje lhe faltam... é público que têm agarrado, reduzido à escravidão e vendido negros forros e o que é mais os colonos desses mesmos prazos que administram, perpetrando o crime de cativar homens, cuja escravidão era adstrita aquele terreno... esta perseguição e não a seca forçou os desgraçados a fugir...abandonando tudo e daí vem a fome’.
Tal depoimento esclarece nìtidamente a quem cabiam as culpas do tráfico indebido da escravatura e quão diferentes eram as instruções e as ordens emanadas do governo central sobre esta matéria.” (Fernandes, 1966, 37)pag215
.......O concelho de Angoche ou Antonio Ennes, abolido pelo Comissario Regio Mousinho de
Albuquerque, contava, em 1898, 8 europeus e mestiços –todos ou quasi todos funcionarios da
provincia- e 25 asiaticos portugueses, caixeiros das casas indianas de Moçambique, cuja actividade comercial se limita a esperar, acocorados nas suas palhotas, a vinda dos macuas do
interior, carregados de amendoim. Imagine-se o que estes figurões se importariam com a administração municipal! Contudo, Angoche ainda tem importancia commercial, mas Sofala,
sem população civilizada, sem recursos e sem commercio, era também municipalidade perfeita!
(Costa, 1901, 602-603)pag282
http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UB/AVAILABLE/TDX-0711105-085606//Tesi_Albert_Farre.pdf
cita sobre esclavos Mozambiques:
http://www.persee.fr/web/revues/home/prescript/article/cea_0008-0055_1975_num_15_59_2577
Em ofício de 15 de Janeiro de 1829 ordena o governador Xavier Botelho ao governador dos Rios de Sena, Ferrão, que não permita a saída de nenhuns moradores, sem as licenças necessárias, pois a sua partida acarreta a ruína do comércio e do crédito de toda aquela zona.
O governador dos Rios de Sena, cerca de um mês depois, descreve a situação aflitiva naquela região, devido à falta de mantimentos e as providências que tomou para conseguir arroz, o qual comprou aos cafres do Prazo Luabo, pagando-o pelo alto preço de 6 panos cada alqueire, sendo ainda a condução do mesmo, para a vila de Sena, por conta da Real Fazenda.
Termina, acrescentando que a fome é tanta naquela vila, que até as praças da guarnição já
desertaram quase todas. Em resposta a este ofício, o governador Xavier Botelho lamenta a situação de Sena, a qual atribui ‘à ambição dos moradores dessa capitania e de Quelimane... que deram origem a grande parte das desgraças... pois começou a privá-las de escravos e colonos que hoje lhe faltam... é público que têm agarrado, reduzido à escravidão e vendido negros forros e o que é mais os colonos desses mesmos prazos que administram, perpetrando o crime de cativar homens, cuja escravidão era adstrita aquele terreno... esta perseguição e não a seca forçou os desgraçados a fugir...abandonando tudo e daí vem a fome’.
Tal depoimento esclarece nìtidamente a quem cabiam as culpas do tráfico indebido da escravatura e quão diferentes eram as instruções e as ordens emanadas do governo central sobre esta matéria.” (Fernandes, 1966, 37)pag215
.......O concelho de Angoche ou Antonio Ennes, abolido pelo Comissario Regio Mousinho de
Albuquerque, contava, em 1898, 8 europeus e mestiços –todos ou quasi todos funcionarios da
provincia- e 25 asiaticos portugueses, caixeiros das casas indianas de Moçambique, cuja actividade comercial se limita a esperar, acocorados nas suas palhotas, a vinda dos macuas do
interior, carregados de amendoim. Imagine-se o que estes figurões se importariam com a administração municipal! Contudo, Angoche ainda tem importancia commercial, mas Sofala,
sem população civilizada, sem recursos e sem commercio, era também municipalidade perfeita!
(Costa, 1901, 602-603)pag282
http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UB/AVAILABLE/TDX-0711105-085606//Tesi_Albert_Farre.pdf
cita sobre esclavos Mozambiques:
http://www.persee.fr/web/revues/home/prescript/article/cea_0008-0055_1975_num_15_59_2577
LAS TROUPES DE MARINE -FRANCE
foto:
1913-Soldados Malgaches Marsella-Fr. http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b69261315.r=malgaches.langES

Journal: defaite des Sakalaves
El origen de las tropas negras :El primer antecedente de empleo de nativos en las fuerzas de las colonias francesas en ultramar, se remonta a mediados del siglo XVIII, en que se organizó un cuerpo de cipayos en las posesión de la India (cipayo provienen de la voz persa “sipahi”, que significa "hombre de guerra"), pero dicho cuerpo se disolvió tras la Guerra de los 7 años, en que Francia tuvo que ceder los establecimientos de la India a Inglaterra (mejor dicho, a su Compañía de las Indias); esta experiencia puso de manifiesto que era posible crear cuerpos similares con otros indígenas de las colonias. La prueba se intentó en Guyana, donde no dió resultados alentadores, y luego se volvió a intentar en el Senegal, donde, durante el Segundo Imperio, se formón una Compañía de soldados negros (1853). Esta Compañía, años más tarde, se expandió a un cuerpo de infantería indígena que se denominó "Tiradores senegaleses", formado por cuatro compañías con oficiales blancos, y que tenían como uniforme una chéchia, una chilaba con capucha, estivo de los zouaves, un chaleco y un “boléro” de paño azul ribeteado de amarillo, y pantalones de los llamados "turcos" en cotonada o paño azul. El personal fue aumentado progresivamente, hasta formar un regimiento en 1884. También hubo Tiradores gaboneses (1887), haoussas (1891) annamitas, estos últimos formando un regimiento; tonkineses (1884), de los Voluntarios de la Reunión (1883-1885); Tiradores sakalaveses, que se emplearon durante la campaña de Madagascar de 1885, incluso Tiradores comorenses, de Diégo-Suarez.
http://www.militar.org.ua/foro/reduccion-infanteria-marina-sobredimensionada-t14647.html
1913-Soldados Malgaches Marsella-Fr. http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b69261315.r=malgaches.langES
Journal: defaite des SakalavesEl origen de las tropas negras :El primer antecedente de empleo de nativos en las fuerzas de las colonias francesas en ultramar, se remonta a mediados del siglo XVIII, en que se organizó un cuerpo de cipayos en las posesión de la India (cipayo provienen de la voz persa “sipahi”, que significa "hombre de guerra"), pero dicho cuerpo se disolvió tras la Guerra de los 7 años, en que Francia tuvo que ceder los establecimientos de la India a Inglaterra (mejor dicho, a su Compañía de las Indias); esta experiencia puso de manifiesto que era posible crear cuerpos similares con otros indígenas de las colonias. La prueba se intentó en Guyana, donde no dió resultados alentadores, y luego se volvió a intentar en el Senegal, donde, durante el Segundo Imperio, se formón una Compañía de soldados negros (1853). Esta Compañía, años más tarde, se expandió a un cuerpo de infantería indígena que se denominó "Tiradores senegaleses", formado por cuatro compañías con oficiales blancos, y que tenían como uniforme una chéchia, una chilaba con capucha, estivo de los zouaves, un chaleco y un “boléro” de paño azul ribeteado de amarillo, y pantalones de los llamados "turcos" en cotonada o paño azul. El personal fue aumentado progresivamente, hasta formar un regimiento en 1884. También hubo Tiradores gaboneses (1887), haoussas (1891) annamitas, estos últimos formando un regimiento; tonkineses (1884), de los Voluntarios de la Reunión (1883-1885); Tiradores sakalaveses, que se emplearon durante la campaña de Madagascar de 1885, incluso Tiradores comorenses, de Diégo-Suarez.
http://www.militar.org.ua/foro/reduccion-infanteria-marina-sobredimensionada-t14647.html
Zouaves,Sakalavas-Ejercito Francés
Recorte
libro:I die with my country Escrito por Hendrik Kraay,(pag 73) http://books.google.com/books?id=dAlCUC2XQqMC&hl=es
NOTA DEL PESQUISADOR:Que relación tienen los Zuavos de Bahía y los Zouaves franceses que fueron reclutados de toda Africa incluidos los Sakalavas malgaches practicantes de Moringue y tambien reclutados hombres de la Isla Reunión?
libro:I die with my country Escrito por Hendrik Kraay,(pag 73) http://books.google.com/books?id=dAlCUC2XQqMC&hl=es
NOTA DEL PESQUISADOR:Que relación tienen los Zuavos de Bahía y los Zouaves franceses que fueron reclutados de toda Africa incluidos los Sakalavas malgaches practicantes de Moringue y tambien reclutados hombres de la Isla Reunión?DIBUJOS:
(abajo)Zouaves-Francia y Zuavos da Bahía(arriba): http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2008/12/corpos-de-voluntrios-da-ptria.html
1888-Franceses y ex-combatientes en Paraguai en la Policia de Sao paulo-también otros estranjeros (1)
1865/1870 - O exército voltaria a usar o capoeira a seu favor por ocasião da guerra do Paraguai (1865-1870), quando grupos de capoeiras foram alistados e seguiram para a guerra como os Voluntários da Pátria. Tiveram participação fundamental para a triste vitória do exército brasileiro. - as maltas da Bahia foram desorganizadas por ocasião da guerra do Paraguai, pois o governo da província recrutou a força os capoeiras que fez seguir para o Sul como “voluntários da Pátria”. (Carneiro, 1977)- Marcílio Dias, herói que defendera o Brasil a bordo do Parnahyba, fora recrutado para a guerra por ser capoeira – “capoeirava a frente de uma banda de musica”. (Reis, 1997)- nas companhias dos Zuavos Baianos é enaltecida por infringir derrota aos paraguaios no assalto ao forte de Curuzu, destacaram dois capoeiras no combate corpo a corpo, os Alferes Cesário Alvaro da Costa e Antonio Francisco de Melo; este, teve sua promoção retardada devido a seu comportamento. Observando o comandante que “o cadete Melo usava calça fofa, boné ou c hapéu à banda pimpão e não dispensava o jeito arrevesado dos entendidos em mandinga”. (Reis, 1997, p. 55)
1871 – é preso por capoeira um cidadão francês – José Croset – na Lapa, e processado por violação do artigo 116 do Código Criminal que previa o desrespeito a autoridade e resistência a prisão. (Reis 1997) .
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