domingo, 4 de octubre de 2009

O Camino das Indias tembén passa pela Africa




FOTO(derecha):Ancient artifact (apprx 2nd millenium B.C.) found in India shows a woman with Negroid features.




O CAMINHO DAS ÍNDIAS TAMBÉM PASSA PELA ÁFRICA Deste janeiro até talvez o próximo, milhões de lares brasileiros serão bombardeados com informações sobre a Índia. E isto por conta da superprodução que a Rede Globo de Televisão está estreando, a telenovela “O Caminho das Índias”. O que talvez não seja mostrado é a milenar presença africana nesse país realmente fascinante, primeiro ponto de parada dos migrantes que, há cerca de 50 mil anos deixaram o continente de origem da Humanidade, para povoar o mundo e, através de suas descendências, dar aos humanos a diversidade de aparências físicas que hoje ostentam. No século V a.C, Heródoto, o cé­le­bre his­to­ria­dor gre­go, já afirmava a exis­tên­cia de ­duas gran­des “na­ções etío­pes”, uma na Áfri­ca, ou­tra em Sind, re­gião cor­res­pon­den­te aos ­atuais ter­ri­tó­rios da Í­ndia e do Paquistão. Essa in­for­ma­ção é corroborada no cé­le­bre re­la­to do via­jan­te ve­ne­zia­no Marco Polo (1254-1323), no qual lemos que os in­dia­nos de de­ter­mi­na­da re­gião re­pre­sen­ta­vam ­suas di­vin­da­des co­mo ne­gras e os de­mô­nios com uma al­vu­ra de ne­ve, afir­man­do que ­seus deuses e san­tos ­eram pre­tos. Mais, ainda, em O Livro das Maravilhas, atribuído ao lendário viajante (Porto Alegre, L&PM, 2006, pág.236), lê-se que os habitantes do “reino de Coilum”, atual cidade de Quilon, na província de Querala, eram “todos de raça negra”. Esses ne­gros in­dia­nos te­riam ido da Áfri­ca, le­va­dos co­mo es­cra­vos, pri­mei­ro por mer­ca­do­res ára­bes e de­pois por na­ve­ga­do­res por­tu­gue­ses, per­fa­zen­do uma ro­ta li­to­râ­nea que pas­sa­ria pe­los ­atuais Iêmen, Omã, Irã e Paquistão. Cativos, ­eles de­sem­pe­nha­vam vá­rias ta­re­fas, com ­maior des­ta­que pa­ra aque­las re­la­ti­vas às de sol­da­dos nos exér­ci­tos dos che­fes mu­çul­ma­nos, a par­tir do sé­cu­lo ­XIII. Por vol­ta de 1459, o rei mu­çul­ma­no de Bengala man­ti­nha um exér­ci­to de 8 mil es­cra­vos afri­ca­nos. Em 1500 os por­tu­gue­ses ane­xa­ram os ter­ri­tó­rios in­dia­nos de Goa, Damão e Diu e trans­for­ma­ram dras­ti­ca­men­te a es­cra­vi­dão na Í­ndia: res­trin­gi­ram o de­sem­pe­nho de ­seus es­cra­vos a ta­re­fas me­no­res em ­seus ne­gó­cios, ca­sas e fa­zen­das; e as mu­lhe­res es­cra­vas pas­sa­ram a ser ­mais uti­li­za­das co­mo con­cu­bi­nas ou pros­ti­tu­tas. Com os in­gle­ses, a maio­ria foi re­pa­tria­da pa­ra a Áfri­ca e ­seus des­cen­den­tes fo­ram dei­xa­dos em bol­sões obs­cu­ros ao lon­go da cos­ta oci­den­tal, em par­ti­cu­lar nas re­giões cen­tral e sul. Na Ín­dia ­atual, ­além dos po­vos ­afro-in­dia­nos que lá che­ga­ram ­mais re­cen­te­men­te, os drá­vi­das cons­ti­tuem uma das pro­vas des­sa pre­sen­ça. Localizados no Sul do ­país, e con­tan­do cer­ca de 100 mi­lhões de in­di­ví­duos, os drá­vi­das têm pe­le bem es­cu­ra e fei­ções ne­grói­des, ­além de cos­tu­mes, lín­gua e he­ran­ça cul­tu­ral que evi­den­ciam la­ços com as ci­vi­li­za­ções egíp­cia, cu­xi­ta e etío­pe. Construtores de im­por­tan­tes com­ple­xos ur­ba­nos co­mo os de Harappa e Mohenjo-Daro, ­mais tar­de fo­ram re­du­zi­dos à con­di­ção de es­cra­vos e co­lo­ca­dos no ­mais bai­xo pa­ta­mar do sis­te­ma de cas­tas ins­ti­tuí­do pe­los aria­nos. Até 1951, o ni­zam (so­be­ra­no) de Haiderabad man­te­ve um cor­po de guar­das de­no­mi­na­do “ca­va­la­ria afri­ca­na”. E nes­sa re­gião, a zo­na de Siddi Risala con­ser­va, na mú­si­ca, na dan­ça e no uso de pa­la­vras da lín­gua suaí­le, for­tes tra­ços cul­tu­rais afri­ca­nos. Ade­mais, pes­qui­sas re­cen­tes des­co­bri­ram a exis­tên­cia de co­mu­ni­da­des ­afro-in­dia­nas em Karna­kata, Gujarat e Anhara Pradesh, e ­seus mem­bros se au­to­de­no­mi­nam “afri­­ca­nos” (con­for­me The African dias­po­ra in India, 1989). Nas fotos que ilustram este texto (http:www.kamat.com/kalranga/people/siddi/htm), os visitantes do Lote vêem indianos do grupo Siddi, os quais certamente não terão a oportunidade de figurar na suntuosa telenovela da Rede Globo. Nem mesmo no “núcleo dos pobres”.










Otra fuente:
Enciclopédia brasileira da diáspora africana‎ - Página 39de Nei Lopes - 2004 - 715 páginas
Com os ingleses, a maioria foi repatriada para a África e seus descendentes foram deixados em bolsões obscuros ao longo da costa ocidental, em particular

viernes, 2 de octubre de 2009

lunes, 28 de septiembre de 2009

Malgaches en Goa




Libro: (pag 2459) Diccionario histórico de la compañía de Jesús: Infante de Santiago-Piątkiewicz Escrito por Charles E. O'Neill,Joaquín María Domíngu. http://books.google.es/books?id=36FRIxTEEnQC&printsec=frontcover&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false

miércoles, 9 de septiembre de 2009

1957-Moringue Reunionés prohibido por violento

foto color: http://simoneweb.altervista.org/img/webgallery/reunion/morengue/index.htm


foto: L'école à l'Ile de La Réunion entre les deux guerres Escrito por Paule Fioux, Louis Porcher




libro:
Regards croisés sur le patrimoine dans le monde à l'aube du XXIe siècle Escrito por Maria Gravari-Barbas, Sylvie Guichard-Anguis.






1940-Antropòlogo compara Moringue con Capoeira

GRABADO:
Jogo de capoeira na Bahia, década de 1820.
http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/08/1733-carolina-del-sur-boxeador-y.html




CAPOEIRA ANGOLA: CULTURA POPULAR E OJOGO DOS SABERES NA RODAPedro Rodolpho Jungers Abib Origens de uma tradição...........Desde a década de 1940, afirma Luiz Renato Vieira (1998), antropólogos como Herskovits têm apontado para a existência de “danças de combate” que trazem semelhanças com aquilo que conhecemos hoje como capoeira, não só na África - como o Muringue, em Madagascar -, como também em vários pontos da América, nos locais em que a diáspora negra se instalou. Relatos sobre o Mani em Cuba, e a Ladja na Martinica são dois exemplos dessas práticas. Sobre a Ladja, Vieira mostra a impressionante semelhança com a capoeira, verificada não somente do ponto de vista da execução de movimentos e golpes, como, o que é mais importante, o fato de congregar aspectos lúdicos, musicais (pratica-se ao som de atabaques) e de combate corporal.

1936- Practica deportiva del Diamanga malgache

dibujo: Diamanga malgache

CHRONIQUE SPORTIVE

par Drlbbllng •

LE REMORDS DU CHAMPION Avant l'occupation française, les Malgaches pratiquaient !e sport, mais à leur façon. 11 y avait plusieurs sortes de sport, tels le « balahazo », le « tolona », le « totohondry », le « vikina » et le « diamanga». C'est ce dernier qui fut le plus eu vogue. Il consiste à se don- ner des coups de pied entre les adversaires. Le « diamanga » se dispute ou entre deux joueurs seule- ment, ou entre deux groupes composés de plusieurs joueur.-. Chaque quartier dans ies villes et chaque village dans la campagne possèdent leurs champions. Et les rencontres entre champions constituent toujours des événements sensationnels pour les spectateurs qui vienuent quelquefois de loin pour assister aux combats exactement com- me il se passe de nos jours à Tanana- rive lors des matches de rugby entre les équipes championnes de la capi- tale.


""Ringa" ou lutte malgache" (""Ringa" or Malagasy wrestling match"). In sakalava or bara tribes wrestling matches are usual.



""Ringa" ou lutte malgache" (""Ringa" or Malagasy wrestling match"). In sakalava or bara tribes wrestling matches are usual.
Title:
Malagasy wrestling match, Ringa, Morombe(?), Madagascar, 1927(?)
Record ID:
impa-m7863

Os Cipaios desertores en Timor y mercenarios en las guerras tribais em Timor


Geoffrey C. Gunn em “Timor Loro Sae 500 anos” ed. Livros do Oriente, 1999 afirma (pp. 16-17, 176-189:




Em 1861,a 10 de Junho o Governador declarou o estado-de-emergência em Díli e distribuiu armas aos cidadãos enquanto preparava a defesa da cidade. A situação era tão grave que até mesmo o capitão China foi convocado para “armar todos os chineses, seus filhos e os escravos”. O Governador podia contar também com o apoio de 40 “fundus”, ou soldados indianos, exilados em Timor em consequência da sua deserção das Forças Armadas britânicas depois da Revolta dos Cipaios em 1857. Embora Castro tenha tomado a precaução de pedir reforços a Goa, em tropas e mantimentos, sabia que estes demorariam a chegar


De 1911 a 1917 foi introduzida uma nova taxa sobre a produção de copra. A introdução destas medidas, em especial a utilização de trabalho escravo, criou um grande ressentimento entre os timorenses. Houve reinos que se uniram sob a liderança dum “Liurai” do distrito de Manufai (Same) chamado Dom Boaventura. A rebelião durou dezasseis anos culminando numa revolta que abarcou toda a colónia durante dois anos, de 1910 a 1912. Os portugueses foram forçados a trazer tropas de Moçambique e uma lancha canhoneira de Macau. As forças de Dom Boaventura foram destroçadas em Agosto de 1912. Um jornal australiano, o “Angus”, de Melbourne, escrevia que mais de três mil timorenses foram mortos e quatro mil capturados.´

Mulâtre (chanteur ambulant). 1902

foto:Mulâtre (chanteur ambulant). 1902
Les colonies françaises; petite encyclopédie coloniale publiée sous la direction de M. Maxime Petit; avec la collaboration de MM.: J. Alix, A. Baudrillart, Augustin Bernard, Fr. Bernard, E. Blochet, C. Bruno. /

A ruina dos Prazos

recorte libro: Shipping Patterns and Mortality in the African Slave Trade to Rio de Janeiro, 1825-1830. Herbert S. Klein, Stanley L. Engerman Cahiers d'études africaines Año 1975 Volumen 15 Número 59 pp. 381-398
ARTÍCULO:

“A ruína dos Prazos tinha a principal causa na venda dos colonos adscritos à terra pelos donos dos mesmos e ainda, na retirada para o Brasil dos mais ricos enfiteutas da Região, levando consigo, não só parte dos seus escravos, como as grandes riquezas adquiridas na Província.
Em ofício de 15 de Janeiro de 1829 ordena o governador Xavier Botelho ao governador dos Rios de Sena, Ferrão, que não permita a saída de nenhuns moradores, sem as licenças necessárias, pois a sua partida acarreta a ruína do comércio e do crédito de toda aquela zona.
O governador dos Rios de Sena, cerca de um mês depois, descreve a situação aflitiva naquela região, devido à falta de mantimentos e as providências que tomou para conseguir arroz, o qual comprou aos cafres do Prazo Luabo, pagando-o pelo alto preço de 6 panos cada alqueire, sendo ainda a condução do mesmo, para a vila de Sena, por conta da Real Fazenda.
Termina, acrescentando que a fome é tanta naquela vila, que até as praças da guarnição já
desertaram quase todas. Em resposta a este ofício, o governador Xavier Botelho lamenta a situação de Sena, a qual atribui ‘à ambição dos moradores dessa capitania e de Quelimane... que deram origem a grande parte das desgraças... pois começou a privá-las de escravos e colonos que hoje lhe faltam... é público que têm agarrado, reduzido à escravidão e vendido negros forros e o que é mais os colonos desses mesmos prazos que administram, perpetrando o crime de cativar homens, cuja escravidão era adstrita aquele terreno... esta perseguição e não a seca forçou os desgraçados a fugir...abandonando tudo e daí vem a fome’.
Tal depoimento esclarece nìtidamente a quem cabiam as culpas do tráfico indebido da escravatura e quão diferentes eram as instruções e as ordens emanadas do governo central sobre esta matéria.” (Fernandes, 1966, 37)pag215

.......O concelho de Angoche ou Antonio Ennes, abolido pelo Comissario Regio Mousinho de
Albuquerque, contava, em 1898, 8 europeus e mestiços –todos ou quasi todos funcionarios da
provincia- e 25 asiaticos portugueses, caixeiros das casas indianas de Moçambique, cuja actividade comercial se limita a esperar, acocorados nas suas palhotas, a vinda dos macuas do
interior, carregados de amendoim. Imagine-se o que estes figurões se importariam com a administração municipal! Contudo, Angoche ainda tem importancia commercial, mas Sofala,
sem população civilizada, sem recursos e sem commercio, era também municipalidade perfeita!
(Costa, 1901, 602-603)pag282
http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UB/AVAILABLE/TDX-0711105-085606//Tesi_Albert_Farre.pdf
cita sobre esclavos Mozambiques:
http://www.persee.fr/web/revues/home/prescript/article/cea_0008-0055_1975_num_15_59_2577

LAS TROUPES DE MARINE -FRANCE

foto: 1913-Soldados Malgaches Marsella-Fr. http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b69261315.r=malgaches.langES


Journal: defaite des Sakalaves
El origen de las tropas negras :El primer antecedente de empleo de nativos en las fuerzas de las colonias francesas en ultramar, se remonta a mediados del siglo XVIII, en que se organizó un cuerpo de cipayos en las posesión de la India (cipayo provienen de la voz persa “sipahi”, que significa "hombre de guerra"), pero dicho cuerpo se disolvió tras la Guerra de los 7 años, en que Francia tuvo que ceder los establecimientos de la India a Inglaterra (mejor dicho, a su Compañía de las Indias); esta experiencia puso de manifiesto que era posible crear cuerpos similares con otros indígenas de las colonias. La prueba se intentó en Guyana, donde no dió resultados alentadores, y luego se volvió a intentar en el Senegal, donde, durante el Segundo Imperio, se formón una Compañía de soldados negros (1853). Esta Compañía, años más tarde, se expandió a un cuerpo de infantería indígena que se denominó "Tiradores senegaleses", formado por cuatro compañías con oficiales blancos, y que tenían como uniforme una chéchia, una chilaba con capucha, estivo de los zouaves, un chaleco y un “boléro” de paño azul ribeteado de amarillo, y pantalones de los llamados "turcos" en cotonada o paño azul. El personal fue aumentado progresivamente, hasta formar un regimiento en 1884. También hubo Tiradores gaboneses (1887), haoussas (1891) annamitas, estos últimos formando un regimiento; tonkineses (1884), de los Voluntarios de la Reunión (1883-1885); Tiradores sakalaveses, que se emplearon durante la campaña de Madagascar de 1885, incluso Tiradores comorenses, de Diégo-Suarez.
http://www.militar.org.ua/foro/reduccion-infanteria-marina-sobredimensionada-t14647.html

Zouaves,Sakalavas-Ejercito Francés

Recorte libro:I die with my country Escrito por Hendrik Kraay,(pag 73) http://books.google.com/books?id=dAlCUC2XQqMC&hl=es
NOTA DEL PESQUISADOR:Que relación tienen los Zuavos de Bahía y los Zouaves franceses que fueron reclutados de toda Africa incluidos los Sakalavas malgaches practicantes de Moringue y tambien reclutados hombres de la Isla Reunión?




DIBUJOS: (abajo)Zouaves-Francia y Zuavos da Bahía(arriba): http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2008/12/corpos-de-voluntrios-da-ptria.html





1865/1870 - O exército voltaria a usar o capoeira a seu favor por ocasião da guerra do Paraguai (1865-1870), quando grupos de capoeiras foram alistados e seguiram para a guerra como os Voluntários da Pátria. Tiveram participação fundamental para a triste vitória do exército brasileiro. - as maltas da Bahia foram desorganizadas por ocasião da guerra do Paraguai, pois o governo da província recrutou a força os capoeiras que fez seguir para o Sul como “voluntários da Pátria”. (Carneiro, 1977)- Marcílio Dias, herói que defendera o Brasil a bordo do Parnahyba, fora recrutado para a guerra por ser capoeira – “capoeirava a frente de uma banda de musica”. (Reis, 1997)- nas companhias dos Zuavos Baianos é enaltecida por infringir derrota aos paraguaios no assalto ao forte de Curuzu, destacaram dois capoeiras no combate corpo a corpo, os Alferes Cesário Alvaro da Costa e Antonio Francisco de Melo; este, teve sua promoção retardada devido a seu comportamento. Observando o comandante que “o cadete Melo usava calça fofa, boné ou c hapéu à banda pimpão e não dispensava o jeito arrevesado dos entendidos em mandinga”. (Reis, 1997, p. 55)

1871 – é preso por capoeira um cidadão francês – José Croset – na Lapa, e processado por violação do artigo 116 do Código Criminal que previa o desrespeito a autoridade e resistência a prisão. (Reis 1997) .

baringbau


Dibujo a medias:
Archiv für Völkerkunde‎ - Página 124de Museum für Völkerkunde (Austria), Verein "Freunde der Völkerkunde" (Austria) - 1975
... (baringbau) component parts: bias "bamboo joint",




[Simple stringed instruments.] A young lad produced music on a kind of lute, called baringbau; consisting of the dry shaft of the scitamina stretched in the form of a bow by means of a thin tendril instead of gut. Half a coco shell is fixed in the middle of the bow, which, when playing, is placed against the abdomen, and serves as a sounding board; and the string when struck with a short wand, gave out a pleasing humming sound, realizing the idea of the harp and plectrum in their simplest forms. Others accompanied the musician on Jews’ harps of bamboos, as accurate as those of the Mintras on the Malay Peninsula; and there was one who played on a guitar, which he had himself made, but after a European pattern. The hut contained no utensils besides bows, arrows, and a cooking pot. The possessor of clothes bore them on his person. I found the women as decently clad as the Filipino Christian women, and carrying, besides, a forest knife, or bolo. As a mark of entire confidence, I was taken into the tobacco fields, which were well concealed and protected by foot-lances; and they appeared to be carefully looked after.





1885 - 461 páginas
Uno de ellos es "una flauta de bambú; otro una especie de guitarra, y por último, el llamado baringbau, formado por el tallo seco de una ...


Timor -Batuques

FOTOS: http://www.tvciencia.pt/icn/pagicn/vicn003.asp?imgPeq=tptl068.jpg&tip=5&txtDesc2=dança

Angola: Colonos Holandeses en Angola

Com o desejo ardente de Portugal povoar o interior do país, foram-se
erguendo outras colónias da Região Sul de Angola. Assim, aos 4 de Fevereiro
de 1881 os Boers Holandeses se instalaram na Humpata, então região do Soba Nguimbi e formaram com a permissão do Ministro da Marinha e Ultramar em Portugal – o Visconde D. Januário, a colónia bóer de S. Januário chefiada por Jacobs Friedrich Botta, e como representante português na comunidade holandesa, foi promovido o jovem português Alferes Artur de Paiva, empossado pelo Governador do Distrito de Moçamedes – Coronel Nuno da Matta, aos 19 de Janeiro de 1882. A numerosa colónia Bóer de S. Januário, eram constituída por:
270 Holandeses
250 serviçais

2 000 cabeças de gado bovino
100 cavalos
3 000 ovelhas e cabritos, para além de gado de tracção
http://www.brasilangola.org.br/textos/pdf/AngolaNossoPais.pdf.


Angola: mito y realidad de su colonización Escrito por Gerald J. Bender http://books.google.es/books?id=TMONAmot-qYC&printsec=frontcover

OTRA CITA: Em 1881, cerca de sessenta familias boers, vindas do Transvaal, ... Instalaram— se os colonos estrangeiros na Humpata (Huila), em Sacan- jiba (Benguela) e..http://books.google.es/books?id=2VZqAAAAIAAJ&pgis=1

Conexión Macau- Sao Tomé

Estes vinham essencialmente de Angola, sobretudo a partir de 1876: em 1881 chegaram
a São Tomé
mais de 7 414 angolanos, entre 1885 e 1892, mais 10 411 e em 1903 mais
de 25 000. Até 1879, 10 341 contratados chegaram ao arquipélago, metade oriundos de
Angola e a outra metade constituída por pessoas do Gabão, Costa do Ouro e Libéria (Cf.
Seibert, 2001:53), havendo ainda registos de pessoas vindas de Macau. Desde inícios do
século XX, a contratação cingiu-se a Angola, Cabo-Verde (devido às graves crises de
fome neste arquipélago) e a Moçambique (Cf. Seibert, 2001:53). Estas pessoas eram
resgatadas às suas terras, embarcando para as ilhas iludidas pela miríade de um contrato
de trabalho que teoricamente as deixaria regressar livremente às suas terras quando
assim entendessem.
Os contratados, apesar de auferirem de algum dinheiro, eram tratados como escravos,
sujeitos a castigos, como a palmatória.
http://64.233.183.132/search?q=cache:N31TMBPbbTMJ:loki.iscte.pt:8080/dspace/bitstream/10071/698/1/Joana%2BAreosa%2BFeio_de%2B%C3%89tnicos%2Ba%2B%C3%89tnicos.pdf+Estes+vinham+essencialmente+de+Angola,+sobretudo+a+partir+de+1876:+em+1881+chegaram&hl=es&ct=clnk&cd=1&gl=us

ZANZIBAR-Ultimos años de la trata de esclavos

Grabado: Slave Market in Zanzibar, East Africa, 1873.


Cesar Vidal:


Ultimos años de la trata:A mediados del s. XIX, Zanzíbar era el único centro comercial de cierta importancia situado en la costa oriental del continente africano. Cada año llegaban a la isla entre 20.000 y 40.000 mil esclavos de los que, aproximadamente la mitad, eran exportados a países islámicos como Arabia, Egipto o Turquía. Aunque los buques de guerra británicos y franceses patrullaban las inmediaciones del enclave para evitar el tráfico de esclavos, éste constituía la principal fuente de ingresos del floreciente emporio que, junto al Sudán, en el otro extremo del continente, era el foco fundamental de la esclavitud en África. Sin embargo, el tráfico de esclavos no se encontraba en manos de las potencias europeas sino que seguía firmemente controlado por negreros de religión musulmana que no sentían la menor compasión hacia aquellos a los que denominaban despectivamente kafires. De las potencias occidentales, sólo Portugal seguía recurriendo a la esclavitud y oponiéndose a los intentos antiesclavistas porque, incluso en aquellos lugares donde la esclavitud sería legal todavía algunos años, como en EEUU o en la Cuba española, no se recurría a la importación de esclavos, sino al aprovechamiento de los desdichados hijos de los ya existentes. Poco puede negarse la responsabilidad de las potencias occidentales en la trata de negros desde finales del siglo XV a la segunda mitad del siglo XIX.


MOÇAMBIQUE-Após a independência administrativa de Goa em 1752


A desestabilização ocorrida no reino português trazida pelas invasões francesas foi profunda e trouxe consequências diretas para suas colônias. As novas correntes de pensamento vão atingir inclusive Moçambique, embora com fraca expressão política. As idéias reolucionárias foram veiculadas, mais em razão do contato comercial existente com os franceses que habitavam as ilhas vizinhas do Oceano Índico – o arquipélago das Mascarenhas, composto pelas Ilha de França ou Maurícias e Ilha de Bourbon ou Reunião -, do que através das naus portuguesas ou dos barcos brasileiros que se dedicavam ao tráfico de escravos com a América.188
As idéias revolucionárias francesas seguiam determinadas trajetórias, e como conclui José Capela, circulam no mesmo sentido das rotas do tráfico negreiro que passavam pela costa oriental africana, isto é, pela via França (Nantes, Bordéus e Marselha)-Índico (Moçambique e Maurícias)-América (São Domingos e Brasil)190.
As estreitas relações comerciais mantidas entre Moçambique e a colônia francesa datavam da segunda década dos Setecentos. Os contatos regulares eram principalmente com o arquipélago das Querimbas e a Ilha de Moçambique.191 Por conta destas relações havia um entendimento cordial com a troca regular de correspondências amistosas entre os governadores das duas colônias, dados os interesses recíprocos existentes.192.
Afora alguns episódios hostis resultantes da atividade de corso pelos franceses, a tônica do relacionamento entre os governadores de Moçambique e das Mascarenhas, durante as guerras napoleônicas, pautou-se por gestos de cooperação, contrariando, por muitas vezes, as políticas das potências européias envolvidas no conflito.
É exemplar desta atitude, o envio para a Ilha de França em 1797, dos marinheiros feitos prisioneiros pela captura de seis navios franceses. Esta devolução foi acompanhada de correspondência do governador de Moçambique solicitando que os franceses envidassem esforços mais decisivos no sentido de ser banida a guerra de corso e evitar-se a repetição de tais situações. Assim como, a correspondência do governador da Maurícias para seu homólogo moçambicano, comunicando-o da proclamação de paz entre os dois países metropolitanos.196
Uma vez terminada a guerra com os franceses, foram normalizadas e reatadas as relações comerciais, inclusive com a abertura dos portos das duas nações à navegação mercantil. O comércio com as Mascarenhas teve continuidade até 1873, com os 3 a 4 barcos franceses que freqüentavam os portos moçambicanos, transportando cerca de 1500 escravos a cada ano.197
http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/7418/1/JRBPortella_tese.pdf